Formação de Agentes Culturais do Hip Hop/ Elemento

Sobre o proejto:
O projeto vai realizar uma etapa inicial do curso de Formação de Agentes Culturais do Hip Hop da regional Barreiro e Ibirité. Locais da Estratégia Nacional de Hip Hop na Educação (ENHH), voltada para 15 jovens de periferias, comunidades quilombolas e territórios populares da Grande Belo Horizonte. A proposta conecta os 4 elementos do Hip Hop aos elementos da natureza: DJ com a Terra, Break/ Água, Grafite/ Fogo / Ar — somando ainda práticas de Teatro do Oprimido, formação ambiental com povos quilombolas que trabalham ervas medicinais e agrofloresta, conforme a metodologia aprovada. Será 120 hs de curso, sendo 40hs presenciais e 60hs on line, com rodas de conversa, oficinas práticas, visitas de campo e produção coletiva. Os participantes vão desenvolver habilidades em cada elemento cultural, além de aprender a usar o Hip Hop como ferramenta de educação, cidadania e transformação territorial. Como resultado, vamos produzir 5 vídeo clipes temáticas ligados aos 4 elementos do hip hop e os 4 elementos da natureza, 9 episódios de podcast, um mural coletivo e um livro de poesia digital, com possibilidades de ser impresso na pré-venda. Para replicação nas ações que realizaremos pós o projeto nas escolas locais próximo ao Coletivo terra firme e em espaços comunitários onde os jovens atuam.
A iniciativa prioriza jovens negros, periféricos e de baixa renda — grupo historicamente excluído de formações culturais estruturantes — e fortalece a presença do Hip Hop como política pública e direito cultural na região. O curso também prepara esses jovens para atuarem como multiplicadores, levando o conhecimento adquirido para suas comunidades e redes de ensino. Temos como proposta qualificar esses jovens para serem educadores e educadoras em nossa escola e prepara-los (las, Les) para desenvolver oficinas em escolas de BH e Ibirité. Para que os mesmos possam trabalhar como educadores do Hip Hop no projeto Escola de HIP Hop Nacional.

Valor solicitado:
R$ 2.200,00

Uso detalhado:
- R$ 900,00: Transporte dos 15 jovens para todas as atividades e visitas de campo na Escola agroecológica Coletivo Terra Firme e Favelarte.
- R$ 750,00: Lanches e água para os participantes durante os encontros.
- R$ 350,00: Materiais básicos: tintas, pincéis, papéis, cabos e equipamentos de som.
- R$ 200,00: Impressão de materiais didáticos e fichas de atividade

Um pouco sobre mim:
Sou cofundador do Coletivo Terra Firme, grupo que atua há 10 anos na Grande BH com educação popular, educação ambiental e cultura periférica. Tenho experiência em projetos de formação com jovens, articulação entre movimentos sociais e implementação de metodologias que unem saberes tradicionais, arte e cuidado com o território. Também participo da rede de articulação da ENHH em Minas Gerais, garantindo alinhamento com as políticas públicas e qualidade da formação. Me comprometo com esse projeto.

Valor aprovado: R$ 2.000,00

Qual é a cidade e bairro ou regional onde o projeto acontece?
Cidade: Belo Horizonte/ Ibirité – MG
Regional/Bairro: Regional Barreiro e adjacências da Região Metropolitana de Belo Horizonte (abrange também territórios de Ibirité, Contagem e Sarzedo, onde vivem parte dos jovens participantes).
As atividades presenciais serão realizadas na sede do Coletivo Terra Firme e na parceria com o Favelarte em espaços comunitários da regional e em escolas públicas da rede municipal e estadual da região.

Além do valor financeiro, como o projeto pode ser apoiado?
Além do valor solicitado, o projeto ganha muito mais força com apoios não financeiros, como:
Doação de materiais: Tintas, EPIs, materiais escolares e insumos para a agrofloresta;
Parcerias com profissionais: Apoio voluntário de educadores, produtores culturais, comunicadores e especialistas em meio ambiente para complementar as oficinas;
Difusão e visibilidade: Compartilhamento das ações nas redes sociais, veículos de comunicação locais e canais das secretarias de cultura e educação;
Articulação institucional: Apoio na apresentação do projeto para escolas, associações de bairro e outras organizações para ampliar a participação e a replicação das ações.

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